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RPM: “Rádio Pirata” e o marco histórico do rock nacional

Por Projeto B News · · 1 min de leitura
RPM: “Rádio Pirata” e o marco histórico do rock nacional
Divulgação

O álbum “Rádio Pirata Ao Vivo”, do RPM, segue como um dos marcos do Rock nacional. Lançado em 28 de julho de 1986, o segundo disco da banda liderada por Paulo Ricardo se tornou um dos mais vendidos da história da música brasileira, ultrapassando a marca de 3 milhões de cópias.

As faixas foram gravadas nos dias 26 e 27 de maio daquele ano, durante apresentações no Pavilhão de Convenções do Complexo do Anhembi, em São Paulo. O repertório misturou sucessos do primeiro álbum, “Revoluções por Minuto”, com faixas inéditas e releituras. Entre as novidades estavam “Alvorada Voraz” e a instrumental “Naja”. O disco também trouxe versões de “Flores Astrais”, do Secos & Molhados, e “London, London”, de Caetano Veloso.

O projeto contou com produção de Marco Mazzola e Roberto Marques, além da direção de Ney Matogrosso. Na época, o sucesso foi tão grande que a gravadora precisou contratar uma fábrica extra de LPs para atender à demanda, fato que, segundo reportagem do Globo Repórter apresentada por Pedro Bial, só havia ocorrido antes com discos de Roberto Carlos.

O auge do grupo, no entanto, foi curto. No ano seguinte, o RPM anunciou a separação por divergências criativas entre os integrantes. A banda retornou em 1988 com um álbum homônimo, mas o trabalho não repetiu o desempenho dos anteriores, levando a um novo término. Com o tempo, Paulo Ricardo passou a focar na carreira solo.

Celebração no C6 no Rock

Quatro décadas depois, o legado do disco será celebrado no evento C6 no Rock, marcado para os dias 22 e 23 de agosto no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Paulo Ricardo subirá ao palco para apresentar os sucessos do RPM em uma homenagem ao álbum histórico.

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