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Rock na Geração Z: 7 músicas que explicam a conexão

Por Projeto B News · · 3 min de leitura
Rock na Geração Z: 7 músicas que explicam a conexão
Foto por Jimmy Fontaine

O rock vive um novo ciclo de popularidade ao dialogar com a Geração Z, combinando TikTok, shows performáticos e estéticas dos anos 90 e 2000. A cena musical atual é híbrida, com bandas veteranas e novos artistas misturando rock, post-punk, hardcore, pop e cultura da internet. A Geração Z, que consome música por narrativa e experiência, encontra nesses artistas símbolos que fazem sentido para sua linguagem visual.

Músicas como "Taxes", do Geese, e "BIRDS", do Turnstile, mostram a energia e a estética que atraem o público jovem. Clássicos como "My Own Summer", do Deftones, e "Break Stuff", do Limp Bizkit, ganharam nova vida e viralizaram no TikTok. "Freak on a Leash", do KoRn, e "Mary on a Cross", do Ghost, demonstram como a internet recontextualiza bandas icônicas para a nova geração. "Cruising to Self Soothe", de Ecca Vandal, representa a visão contemporânea do rock alternativo, conectada às tendências visuais da Geração Z.

O rock nunca deixou de se reinventar, mas a maneira como ele tem dialogado com a Geração Z nos últimos anos é especialmente interessante. A combinação de descobertas via TikTok, shows cada vez mais performáticos e um resgate inteligente de estéticas dos anos 90 e 2000 abriu espaço para um novo ciclo de popularidade. Não se trata apenas de nostalgia: é sobre linguagem visual e o senso de comunidade que esses artistas conseguem construir.

O resultado é uma cena híbrida, onde bandas veteranas ganham nova vida entre adolescentes e artistas mais novos exploram sonoridades que misturam rock, post-punk, hardcore, pop e cultura da internet. A Geração Z, que consome música por narrativa, estética e experiência, encontrou nesses artistas um conjunto de símbolos que faz sentido.

Geese – “Taxes”

A banda jovem de Nova York se firmou como uma das apostas mais empolgantes do rock alternativo atual, muito valorizada pela potência dos shows. "Taxes" captura bem essa energia crua e frenética do Geese, um retrato da estética pós-pandemia que conversa diretamente com públicos mais novos.

Turnstile – “BIRDS”

O Turnstile vive uma fase de conexão profunda com a Geração Z graças ao clima celebratório de seus shows e à estética vibrante que acompanha cada lançamento. "BIRDS" sintetiza essa leveza contagiante, mostrando como o hardcore pode soar inclusivo e luminoso.

Deftones – “My Own Summer (Shove It)”

Um clássico do final dos anos 90, a faixa ganhou vida nova no TikTok, impulsionada pela estética etérea da banda e pela redescoberta dos jovens que mergulham no rock pesado. A sonoridade do Deftones, agressiva e melódica ao mesmo tempo, conquistou uma nova geração que valoriza ambientes visuais fortes.

Limp Bizkit – “Break Stuff”

O nu metal virou fenômeno de memes e dancinhas, mas o Limp Bizkit soube transformar isso em vantagem. "Break Stuff" se tornou queridinha no TikTok, e a banda brinca com essa popularidade, mantendo a performance sempre divertida e irreverente.

KoRn – “Freak on a Leash”

A música voltou aos holofotes com a viralização dos vocais característicos de Jonathan Davis, amplamente imitados e remixados. A estética sombria e o peso emocional do KoRn dialogam surpreendentemente bem com a estética que a Geração Z tem resgatado. É um caso clássico de como a internet recontextualiza bandas icônicas.

Ecca Vandal – “Cruising to Self Soothe”

A artista australiana representa a visão mais contemporânea desta lista e vem fortalecendo sua carreira com singles e shows impulsionados pela internet. "Cruising to Self Soothe", que está em seu novo disco de estúdio, carrega uma estética moderna, ousada e conectada às tendências visuais da Geração Z, mostrando um caminho atual para o rock alternativo representado por Ecca Vandal.

Ghost – “Mary on a Cross”

A faixa se transformou em fenômeno global após viralizar no TikTok, levando jovens a explorar o lado teatral do Ghost. O contraste entre a melodia suave e a estética dramática da banda criou uma porta de entrada para novos fãs. Seus shows, quase uma ópera, reforçam essa aura que encantou a geração mais jovem.

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