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Witch Hat Atelier: Dubladores revelam bastidores do anime

Por Projeto B News · · 2 min de leitura
Witch Hat Atelier: Dubladores revelam bastidores do anime
Jiraiya, O Incrível Ninja

O lançamento do animê de Witch Hat Atelier foi muito aguardado pelos fãs que já conheciam a história de Coco e cia. no mangá. A dublagem em português também era muito esperada, para saber quem daria a voz nacional para personagens tão queridos.

A convite da assessoria de imprensa da Crunchyroll, o JBox entrevistou parte da equipe de dublagem da produção, incluindo Helena Violante, voz nacional da Coco, Lucas Gama, voz nacional de Qifrey e Guilherme Marques, diretor de dublagem. O papo aconteceu de forma virtual no dia 27 de maio, com a colaboradora Cakes Sousa representando o JBox.

Perguntados sobre o contato anterior com a obra, Guilherme Marques disse que não tinha pleno conhecimento. Ele tomou pé quando o projeto chegou, com o primeiro trailer já dublado. A Crunchyroll editou o GC para colocar os nomes dos dubladores brasileiros, o que ele achou que fazia sentido. Ele procurou saber o que era, tomou conhecimento dos mangás e do fandom. Como já estava em publicação oficial, a equipe correu atrás da publicação da Panini para entender os termos e adaptações, para falar a mesma língua entre mangá e anime.

Lucas Gama também não conhecia a obra. O primeiro contato foi com o teste, e ele ficou muito entusiasmado. Depois do trailer, viu que todo mundo ficou empolgado e aceitou o trabalho. Ele disse que é o que há de mais gostoso na dublagem, ter o apoio do fandom. Witch Hat Atelier está sendo o anime de conforto dele, e ele está lendo o mangá para entender mais do Qifrey.

Helena Violante também não sabia do mangá ou da ansiedade pelo anime. Descobriu ao fazer o teste e ver o trailer. Ela está curtindo muito dublar e já colocou o anime no top três de seus favoritos.

Sobre a adaptação de termos, Guilherme explicou que a equipe conversou com o pessoal de tradução da Crunchyroll, pegando o que já existia na tradução oficial da Panini. Eles receberam um glossário para entender termos e nomes. O maior desafio na dublagem não foi com a Coco ou o Qifrey, mas com as personagens Tetia e Richeh, que falam em terceira pessoa. Foi preciso cuidado para aquilo fazer sentido, mantendo a característica para o desenvolvimento das personalidades.

Helena, sobre a Coco, disse que usa uma técnica de se imaginar na situação da personagem. Ela tenta trazer a verdadeira emoção dentro de si para deixar o mais natural possível e parecido com o áudio original.

Lucas, sobre o Qifrey, afirmou que é uma das partes mais divertidas do personagem. Ele é paciente e tranquilão, mas pode passar por cima de qualquer um para conseguir o que quer. A experiência é bacana porque o original já entrega muita coisa, e ele só embarca junto.

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