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José Jr: fé, medicina e o novo álbum “Linhas Invisíveis”

Por Projeto B News · · 2 min de leitura
José Jr: fé, medicina e o novo álbum “Linhas Invisíveis”
Foto: Diego Ruahn

O cantor e compositor mineiro José Jr lança nesta terça-feira (11) seu segundo álbum de estúdio, “Linhas Invisíveis”. O trabalho chega às plataformas digitais com 14 faixas que transitam entre MPB, folk, indie e pop. A produção é de Gabriel Bullara, com participações de Gustavo Bertoni (Scalene), César MC e Fellipe Fernandes.

O disco aborda a espiritualidade como um caminho de perguntas, e não de respostas prontas. José Jr afirma que acredita em destino e que o álbum nasceu de experiências marcantes, como uma viagem à Tailândia. “Pequenos acontecimentos podem alterar completamente o rumo da nossa história”, diz o artista.

Médico pediatra durante o dia, José Jr conta que medicina e música se complementam em sua trajetória. “A medicina me deu uma dimensão concreta da existência. A arte devolve um certo mistério para a medicina”, explica. Para ele, não existe separação entre as duas atividades.

O artista cita Belchior, Cazuza, Caetano Veloso, Gal Costa e Djavan como influências. “Só o fato de ser brasileiro já faz com que a gente carregue um pouco dessa herança”, afirma. Ele destaca que Belchior e Cazuza foram os mais presentes durante a criação do novo trabalho.

A participação de Gustavo Bertoni na faixa “Beira Rio” surgiu por meio de um amigo em comum, o produtor Gabriel Eubank. José Jr conta que já conhecia o trabalho do músico com a banda Scalene e que, ao ouvir a carreira solo dele, ficou animado com a possibilidade da parceria.

O álbum foi escrito em momentos diferentes, e algumas letras só fizeram sentido para o compositor depois de prontas. “Cada vez que eu escuto Linhas Invisíveis, eu descubro alguma coisa nova sobre mim”, revela. Ele define o disco como um trabalho que fala do presente e do futuro.

José Jr também reflete sobre a maturidade presente nas novas canções. “O álbum fala sobre lidar com comparação, com a insatisfação, com o peso que a gente carrega”, diz. Para ele, existe valor no caminho, e não apenas no destino.

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