Crítica: Rooster Fighter 1ª temporada é ode ao ridículo

O animê Rooster Fighter, lançado na temporada de primavera, segue a história de Keiji, um galo com superpoderes que enfrenta criaturas gigantescas chamadas kiju. A premissa é literal: um galináceo que distribui golpes em monstros colossais sem perder a postura de herói solitário.
Ao longo da jornada, outros personagens se juntam a Keiji. Entre eles estão Piyoko, uma pintinha que nunca envelhece; Elizabeth, uma galinha guerreira aristocrata criada por um humano que entende o dialeto das aves; Keisuke, o meio-irmão mais novo de Keiji; e Morio, um kiju que simpatiza com a humanidade. O grupo peregrina pelo Japão enfrentando diferentes kiju, que definem o tom de cada episódio.
A obra se destaca pelo empenho técnico e estético. As sequências de ação são bem elaboradas, enquanto as cenas cotidianas têm animação mais simples. A série também aborda temas como preconceito pela aparência, com a introdução de kiju pacíficos que tentam conviver com humanos, mas são caçados por sua aparência grotesca.
Outro ponto é o uso do erotismo, que aparece quando uma segunda personalidade tenta tomar o controle de Keiji no momento em que ele entra no cio, criando uma batalha psicológica ao estilo "O Médico e o Monstro".
Disponibilidade e produção
O animê está disponível com opção dublada no Disney+. A produção é do estúdio Sanzigen, sob produção da Viz Media para o selo Adult Swim, sendo transmitido também pelo canal pago homônimo. O mangá é publicado no Brasil pela editora Panini, que lançou recentemente uma sobrecapa variante para a décima edição exclusiva homenageando a Seleção Brasileira.
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